Um ecossistema pensado para atrair empresas

Jaguariúna não está atraindo empresa por sorte. A cidade montou uma estrutura institucional dedicada só a isso: uma Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agronegócios e um portal próprio, o Traznegócios, feito para orientar quem quer abrir ou expandir operação no município. O prefeito Gustavo Reis já deixou clara qual é a prioridade: "a geração de emprego qualificado em Jaguariúna é uma de nossas prioridades", disse ao comentar a chegada de mais um investimento industrial à cidade.


Os casos que provam que funciona


A Bray, multinacional americana de válvulas industriais, decidiu investir R$ 22 milhões no Condomínio Industrial Sudeste e abrir 30 vagas de trabalho. A JBS, que já estava instalada com a linha Seara Gourmet, foi na direção contrária de quem só olha para fora: expandiu a própria operação em 67%, e hoje emprega 580 pessoas em três turnos. Um traz capital novo, o outro reinveste no que já deu certo. Os dois sinalizam a mesma coisa, que Jaguariúna virou destino, não só passagem.


O momento do mercado ajuda


O Brasil fechou 2025 com a menor vacância de galpões logísticos já registrada, 7,7%, puxada por e-commerce, Mercado Livre e Shopee à frente, e por empresas reorganizando cadeia produtiva para ficar mais perto do consumidor. Cidades como Jaguariúna, com terreno disponível, agilidade institucional e custo mais competitivo que a capital, estão no lugar certo desse movimento. Isso não é coincidência, é planejamento local encontrando ciclo de mercado favorável.


A D'AGOSTINI Corporate está no meio desse ecossistema ajudando empresa a achar o terreno certo, e proprietário a entender o valor real do que tem em mãos.

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